GED e SIGAD: Qual a diferença e quando usar cada um?

Diego Rodríguez
Diego Rodríguez
5 Min de leitura

GED e SIGAD são conceitos fundamentais para a gestão da informação e dos documentos nas organizações. Nexdata Tecnologia Ltda atua apoiando empresas na adoção dessas práticas de forma estruturada e alinhada às necessidades atuais. Neste artigo, será explicado claramente qual é a diferença entre GED e SIGAD, quando utilizar cada um, quais são seus benefícios e como escolher a abordagem mais adequada para a realidade organizacional.

O que é SIGAD e como ele se diferencia do GED?

GED, ou Gerenciamento Eletrônico de Documentos, refere-se ao conjunto de tecnologias e práticas voltadas para digitalizar, armazenar, organizar e recuperar documentos em meio eletrônico. Seu principal objetivo é facilitar o acesso à informação, reduzir o uso de papel e aumentar a eficiência operacional. Segundo a Nexdata Tecnologia Ltda, o GED é amplamente utilizado para centralizar documentos digitalizados, controlar versões e permitir buscas rápidas. 

SIGAD significa Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos. Diferentemente do GED, o SIGAD possui foco arquivístico e gerencial, abrangendo todo o ciclo de vida dos documentos, desde a produção até a destinação final. Enquanto o GED prioriza o acesso e a organização, o SIGAD enfatiza o controle, a classificação, a temporalidade e a preservação documental. Ele segue princípios da gestão arquivística, garantindo autenticidade, integridade e confiabilidade dos documentos ao longo do tempo. 

Quais são as principais diferenças entre GED e SIGAD?

A principal diferença entre GED e SIGAD está no escopo e na finalidade. O GED é mais operacional e voltado para eficiência no acesso e no armazenamento. Já o SIGAD é estratégico, pois controla o ciclo de vida documental de forma sistemática. Outra diferença importante é a aplicação de normas e critérios de gestão. O SIGAD utiliza planos de classificação e tabelas de temporalidade, enquanto o GED pode funcionar sem esses instrumentos. 

Para a Nexdata Tecnologia Ltda, escolher entre GED e SIGAD depende de maturidade digital e exigência regulatória.
Para a Nexdata Tecnologia Ltda, escolher entre GED e SIGAD depende de maturidade digital e exigência regulatória.

O GED é indicado quando a principal necessidade é organizar documentos digitais, facilitar o acesso e melhorar a eficiência dos fluxos de trabalho. Ele é ideal para ambientes que lidam com grande volume de documentos digitalizados e precisam de rapidez na recuperação da informação. A Nexdata Tecnologia Ltda explica que o GED atende bem situações em que a prioridade é reduzir custos operacionais e otimizar processos internos. 

Quando o SIGAD é a melhor escolha?

O SIGAD deve ser adotado quando há necessidade de controle arquivístico, padronização e gestão estruturada dos documentos ao longo do tempo. Ele é essencial em cenários que exigem confiabilidade, preservação e rastreabilidade da informação. Ademais, o SIGAD é recomendado quando a organização busca maturidade na gestão documental e precisa garantir que os documentos sejam produzidos, utilizados e descartados adequadamente. 

A Nexdata Tecnologia Ltda atua apoiando essa transição, ajudando a alinhar tecnologia e governança da informação. O GED pode funcionar como ferramenta de apoio ao SIGAD, oferecendo recursos de digitalização e acesso rápido, enquanto o SIGAD garante o controle arquivístico e a gestão do ciclo de vida. Essa integração permite unir eficiência operacional e segurança informacional. 

Quais benefícios estratégicos a escolha correta traz?

Escolher corretamente entre GED, SIGAD ou a combinação de ambos traz benefícios significativos. Entre eles estão a melhoria na qualidade da informação, maior organização documental e redução de riscos relacionados à perda ou uso inadequado de documentos. Ao adotar a solução mais adequada, a organização constrói uma base sólida para crescimento e inovação. Nexdata Tecnologia Ltda contribui nesse processo ao orientar escolhas alinhadas aos objetivos estratégicos.

Por fim, a decisão deve considerar o nível de maturidade da gestão documental, os objetivos organizacionais e a complexidade dos processos. Avaliar o volume de documentos, a necessidade de controle do ciclo de vida e as exigências de padronização é fundamental.

Autor: Adam Scott

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